Além, muito além
Do que se possa ver
Lá entre meus sonhos
Há um ensejo, um desejo
Sem fim; lá, em mim
Que descortina ilusões
E derrama lágrimas
Mas, o que fazer
Para viver? Razão
Pura, sem aflição
E acolher o desejo
De com esforço amoroso
O melhor, e nada menos,
Sempre fazer.

 

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